ERASMUS: Da NOVA a Strathclyde e um percurso pela Escócia

As inscrições para o programa de mobilidade ERASMUS+, para o ano letivo 2020/2021, encontram-se abertas até dia 16 de fevereiro. Com o objetivo de dar a conhecer os destinos abrangidos para o curso de Ciência Política e Relações Internacionais, o NECPRI irá publicar uma série de testemunhos dos vários alunos que estudaram fora durante o primeiro semestre. 

No dia 12 de setembro, parti de Lisboa e do meu país em direção a Glasgow. Nesse dia, cheguei sozinho a um país onde nunca tinha estado e onde não conhecia ninguém. Felizmente, sentia-me confortável a falar a língua inglesa apesar de o sotaque escocês tornar essa tarefa mais difícil. Porém, a minha impressão da cidade foi positiva desde que cheguei e fiquei surpreendido pelo sol e céu limpo, num dia de setembro, na Escócia.                                           

Nessa primeira semana, tive imensas atividades proporcionadas pela universidade para conhecer outros alunos internacionais e aproveitei o facto de ainda não ter aulas para passear pela cidade onde iria estar durante 3 meses. A cidade de Glasgow é claramente diferente de qualquer cidade portuguesa; os edifícios e o próprio ambiente são acentuadamente marcados pela revolução industrial que a tornou uma das mais importantes cidades escocesas. Além disso, vários novos edifícios surgiram no reinado de Vitória e, por isso, revelam o estilo vitoriano associado igualmente à construção de uma nova nação unida com Inglaterra. De facto, 2 estátuas situadas perto da Universidade de Strathclyde são de Guilherme de Orange, símbolo do fim do poder da dinastia escocesa dos Stuart, e de Arthur Wellesley, símbolo da monarquia “britânica”.                                                                        

Adicionalmente, graças às oportunidades fornecidas pela própria universidade através do patrocínio a “tours” por toda a Escócia a preços acessíveis para estudantes, visitei e conheci as diferentes regiões escocesas. Duas das minhas viagens preferidas foram a Inverness, onde senti um espírito da cidade totalmente diferente de Glasgow e caracteristicamente mais escocês, e ao campo de Culloden Moor, palco da última batalha do último pretendente escocês, Charles Edward Stuart. Por esta razão, a experiência Erasmus facultada por Strathclyde permitiu-me igualmente conhecer todo o país e as suas regiões que, a meu ver, apresentam distinções bastante mais acentuadas que as existentes entre as regiões portuguesas.                                                         

Na universidade, a particularidade que mais apreciei foi o contacto próximo com os professores graças ao sistema de divisão entre “lectures”, em que todos os alunos estão presentes, e “tutorials” onde os alunos são divididos em grupos de cerca de 10 pessoas e, por isso, o ambiente universitário torna-se mais informal e adequado à adaptação de alunos internacionais. Através desta proximidade, tive facilidade em esclarecer os problemas iniciais relativos à inscrição e bibliografia das cadeiras que, tanto para mim como para todos os alunos internacionais, podem revelar-se confusos ao primeiro contacto. Neste sentido, a experiência Erasmus deu-me também a possibilidade de conhecer pessoas de todo o mundo e fazer amizade com alguém que cresceu num plano completamente diferente do meu, levando-me a sentir que termino este semestre enriquecido culturalmente.                                                                   

Enquanto um apaixonado pela história da Escócia e pela mitologia Celta, foi um sonho cumprido estar nos locais onde os heróis que conheci através dos livros estiveram, e conhecer realmente este país que estará para sempre comigo, graças ao Erasmus.

Experiência ERASMUS do Afonso Silva.

ERASMUS: Montpellier: a minha maior aventura… até agora

As inscrições para o programa de mobilidade ERASMUS+, para o ano letivo 2020/2021, encontram-se abertas até dia 16 de fevereiro. Com o objetivo de dar a conhecer os destinos abrangidos para o curso de Ciência Política e Relações Internacionais, o NECPRI irá publicar uma série de testemunhos dos vários alunos que estudaram fora durante o primeiro semestre. 

Depois de bastante investigação e ponderação, lá consegui juntar uma lista de três cidades onde gostaria de viver durante um semestre. A primeira opção teve de ser reconsiderada, uma vez que a média não chegava para tudo. 

Mas, segui o meu instinto, e coloquei a pequena cidade de Montpellier, no sul de França, como minha primeira opção, após ter lá estado uma noite em 2017. Foi a melhor decisão que poderia ter tomado para o meu programa de mobilidade: a experiência fez-me crescer, fez-me ver o que era verdadeiramente a independência e, principalmente, o quão bom pode ser estar entregue a mim própria. Gostei tanto da cidade, da qualidade de vida e do ensino, que decidi prolongar o meu Erasmus+ e terminar a minha licenciatura neste cantinho do Mediterrâneo.

Apesar de ser uma cidade pequena, há sempre alguma atividade para realizar, ou algum evento a decorrer. Para além disso, dado que Montpellier se trata de uma cidade de estudantes, amigos e malta que vai estar na mesma posição que vocês não vão faltar, não há nada a temer.

Mesmo tendo algum receio de partir sozinha, foi possivelmente a melhor decisão que fiz na vida. Tornou a experiência ainda melhor, permitiu-me sair da minha zona de conforto de tal forma que não queria voltar de lá… Por isso, aconselho a todos a darem o salto para o desconhecido e desfrutarem de uma oportunidade única. Para onde quer que o vosso instinto/gostos vos levem, deixem-se ir e desfrutem ao máximo da vossa mobilidade internacional, porque, quando derem por ela, já estão a fazer as malas para ir embora…

Experiência ERASMUS da Sara Amorim

ERASMUS: Paris e suas Descobertas

As inscrições para o programa de mobilidade ERASMUS+, para o ano letivo 2020/2021, encontram-se abertas até dia 16 de fevereiro. Com o objetivo de dar a conhecer os destinos abrangidos para o curso de Ciência Política e Relações Internacionais, o NECPRI irá publicar uma série de testemunhos dos vários alunos que estudaram fora durante o primeiro semestre.

Paris is always a good ideia, assim como delimitado por Andrey Hepburn, minha experiência de Erasmus comprovou a frase posterior. Uma cidade que brilha durante a noite e o dia, uma cidade que a cada novo canto te surpreende e demonstra a relevância da historia e da cultura. Uma cidade que por si só já é uma obra de arte. A caminho da faculdade, ao ver o Senna, as pessoas indo e vindo, os museus, as atividades rotineiras, as decorações festivas e os cantores de rua em um metro que remete a época de 1950, te leva a novas dimensões, amplia horizontes e proporciona uma felicidade sem medida.

Paris como qualquer outra cidade tem seus pontos negativos também, como: uma certa insegurança se comparado com Lisboa por ser uma cidade muito maior, um custo de vida muito elevado, alto custo dos transportes, levando a escassez de viagens e claro, muitas e muitas greves no serviço. 

Em relação à Sciences Po, foi de longe uma experiência motivadora que me ofereceu múltiplas visões do mundo, um contato muito maior com diferentes nacionalidades e realidades. A faculdade não só proporcionava cadeiras extremamente interessantes, mas também acabava por nos incentivar cada vez mais a gostar de estudar, o que nos levava, muitas vezes, a aproximar-nos dos professores e das questões redigidas em aula. Os mesmos possuíam uma abertura de contato com os alunos muito mais ampla do que em Portugal, o que permitia não somente bons conselhos académicos, mas também sugestões de vida e carreira. A faculdade em si demandava bastante trabalhos e avaliações continuas, todavia não considerei nada impossível de ser realizado, desmistificando todo aquele mito referente a este assunto. 

Em relação à infraestrutura da faculdade, há pontos muito positivos, como bibliotecas grandes com ampla capacidade, disponibilização de revistas e jornais de todo o mundo, Mac books à disposição dos alunos e, também, associações com centros esportivos que, no meu caso, teve um custo de 80,00 euros para um semestre inteiro de esgrima, no qual eu recebia todo o material necessário. Para além destes, havia também diferentes modalidades de desportes, passando desde futebol por 10 euros por semestre, treinamentos de Ski e equitação. 

Todavia, a faculdade em si comporta muitos estudantes e, devido à sua ótima localização no centro de Paris, muitas vezes o espaço se tornava pequeno, o que causava um certo “caos” na entrada e saída das aulas. Para além disto, em época de verão, as salas são bastante quentes devido à não existência de ar condicionado, ao tipo de construção arquitetónica e ao posicionamento das janelas. Não há um refeitório, somente uma cantina com sanduiches. Todavia, perto da faculdade encontra-se um restaurante estudantil, denominado “Crous”, no qual há um ótimo custo-benefício em relação a refeição completa. 

Relativo ao custo de vida em Paris, é definitivamente caro. No supermercado, o que gastava referente a 2 dias era equivalente a uma semana de supermercado em Portugal. O passe de transporte, tem um custo de 75 euros (Navigo) e, particularmente, acho que quem não mora ao pé da faculdade deve o fazer. No inicio andar na cidade é sempre muito agradável, todavia ao chegar o inverno, de fato, fica muito difícil, e sem um passe de metro acaba “prendendo” a possibilidade de realização de diferentes atividades.

 Já relativo ao aluguel, tive um custo semelhante ao de Lisboa. Todavia, o meu apartamento consistia em um estúdio de 16m no Marais que aluguei através do site da “Uniplaces”. Já em Lisboa, morava em um T1 de 70 metros, no Saldanha, alugado pelo mesmo site e pagava um valor bastante semelhante. Há também outras possibilidades, como a Cité Université, todavia, para quem pretende ficar lá, é necessário pesquisar com muita antecedência, pois é difícil de conseguir uma vaga. A mesma não apresenta as melhores estruturas e também não se encontra no centro “principal” de Paris. Logo, a questão da moradia é de fato um fator crucial para quem busca fazer Erasmus em Paris, pois há muitas dificuldades em encontrar casas. 

Em relação a viagens, não consegui fazer muitas para além de Versalhes e Disneyland, uma vez que o custo dos comboios para cidades perto são bastante elevados. Logo, como o custo de vida já é caro e a faculdade demanda muito esforço, fui impossibilitada de viajar. Todavia, Paris é gigante e a cada dia consegues descobrir algo novo. Portanto, não precisa de viagens para se entreter, basta ir para rua e andar sem rumo que com certeza alguma surpresa irá surgir, para além de que todos os museus são gratuitos para estudantes europeus menores de 25 anos. 

Um balanço geral do meu Erasmus é a possibilidade de dizer que, de fato, não me arrependo de nenhuma maneira minha escolha em relação a Paris. As novas experiências, novos contactos e poder estudar e morar nessa cidade trouxeram-me realizações duradouras. Fatalmente, como já mencionado, ocorreram questões positivas e negativas, todavia, hoje posso, com 100% de certeza, afirmar que Paris tem um pedaço do meu coração. 

Experiência ERASMUS da Catarina Lagemann

Primeira Experiência no MUN

Um dos grandes avanços do NECPRI este ano foi a parceria fechada com a “LisboMUN Association”, a qual promove debates da agenda internacional por meio do MUN (Modelo das Nações Unidas), que se assemelham com as desenvolvidas pelo NECPRI. 

No fim de semana de 11  a 13 de outubro, ocorreu a Conferência Nacional de Modelo das Nações Unidas (NMUN), organizada pela LisboMUN Association, à qual três membros do NECPRI participaram, nomeadamente o Francisco Quina, a Inês Pereira e eu, Rebecca Leitão. Assim, gostaria de compartilhar a excelente experiência que tive. 

Logo que soube da realização do NMUN quis-me inscrever pois desde o meu primeiro debate no NECPRI comecei a gostar de eventos como este a par das simulações. Assim que a inscrição é confirmada, é-lhe enviado o comité de que fará parte bem como o país que estará a representar (é possível colocar opções na hora da inscrição), sendo que no meu caso, fiquei com o comité United Nations Human Rights Council membro da delegação do Reino Unido. 

Como foi minha primeira vez num MUN (Model United Nations) não estava a perceber muito bem o que tinha que fazer e como seria o funcionamento da atividade em si. Começou então a fase de pesquisa, quer em relação ao procedimento da Conferência (bem explicada em anexo enviado por e-mail no processo de inscrição) como também sobre o posicionamento do País que iria representar na Política Internacional e ainda, as condições internas em relação ao tópico que seria analisado,  “acesso à saúde e educação nas prisões e alternativas de aprisionamento”. Essa é uma fase um pouco complicada, uma vez que acaba por surgir muita informação, não obstante também proporcionar a descoberta coisas interessantes. 

À medida que o evento se aproxima a ansiedade aumenta e confesso que a insegurança também, é difícil estar preparada para um MUN uma vez que só se sabe a dinâmica da discussão quando se está efetivamente no meio dela, portanto, quanto mais informação sobre a nossa e as outras delegações, melhor. 

Sobre evento em si, o primeiro dia foi na sexta-feira (11/10), na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Pela manhã tivemos um workshop sobre as regras e funcionamento do MUN, sendo que sou da opinião que é normal não se entender ou mesmo absorver toda a informação que nos é passada, afinal muitas das coisas são novidade, embora que passado à prática tudo fica efetivamente mais fácil. Pela tarde, realizou-se a cerimónia de abertura.

Já no sábado, a atividade foi realizada na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH-NOVA), à qual o NECPRI pertence. Em relação aos primeiros discursos, em particular os meus, não foram nada bons, estava com vergonha e com um pouco de medo, mas a vida segue. Após o almoço, já me sentia mais confortável e o debate continuou. É uma parte um pouco mais exigente, pois manter a dinâmica das discussões por vezes é difícil, mas ao mesmo tempo é um momento importante para se perceber o posicionamento de cada Estado. 

O terceiro dia (domingo, 13/10) foi o meu favorito. É hora de fazer um trabalho mais concreto e elaborar a chamada “Draft Resolution”, que é votada mais tarde no mesmo dia, tendo eu ficado feliz pela Draft Resolution, da qual a minha Delegação era assinante, ter sido aprovada, sendo que é esse o maior objetivo de uma MUN, aprovar uma resolução para o problema exposto.

Momentos de descontração:

Manter-se sempre sério é cansativo, e é por isso que existe a nossa querida “Gossip Box”, em que os delegados podem escrever bilhetes com desafios, piadas ou comentários descontraídos. No meu comité as pessoas estavam no começo um pouco envergonhadas, mas a nossa “Gossip Box” cumpriu bem a função de nos ajudar a descontrair. Os momentos de almoço e coffee break também servem para relaxar um pouco e conhecer os demais participantes. E aqui está outra vantagem do MUN, as pessoas. Acaba-se por conhecer inúmeras pessoas, trocar contatos (networking) e porque não fazer amigos. Além de que também existem as sociais, que todos os participantes que foram, gostaram muito; é parte obrigatória de um MUN.

Assim, depois dessa grande experiência, consigo ver que a minha maior aprendizagem foi presenciar o quão difícil é conseguir alcançar um acordo, quando se tem várias partes envolvidas, por mais que estas se reúnam para tentar encontrar uma solução para o problema em cima da mesa, o interesse nacionais vem sempre antes de tudo. É um “tapa de leve na cara” perceber que, no mundo real, diante de tantos problemas reais o que acaba por acontecer é a prevalência do interesse nacional. O NMUN, fez-me perceber a importância da diplomacia, que muitas vezes é difícil, mas necessária para que possamos chegar a acordos que humanizem e melhorem a nossa sociedade. 

Só tenho a agradecer pela oportunidade e por todos que trabalharam muito para a realização desse evento. Ficou a vontade do próximo!   

Por: Rebecca Magalhães 
(NOVA FCSH – 2º Ano da Licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais)

O NECPRI – Núcleo de Estudos de Ciência Política e Relações Internacionais da NOVA FCSH – é formado por alunos do Departamento de Estudos Políticos e dedica-se à reflexão e debate de assuntos relacionados com as Ciências Políticas e Relações Internacionais. Realizamos diversas atividades extracurriculares como tertúlias, debates, simulações e conferências, de modo a refletir sobre os assuntos relacionados com a nossa área de estudo, privilegiando uma abordagem prática, dinâmica, informal e divertida. Com este blog tencionamos não só dar a conhecer o trabalho efetuado pelo Núcleo à Sociedade Civil, mas também servir de plataforma aos alunos do Departamento de Estudos Políticos da NOVA FCSH para que estes possam desenvolver o seu pensamento crítico, contribuindo para uma melhor articulação entre a Academia e o Mundo.

Dia da Embaixada

Com o foco dos media na questão do BREXIT, surge uma questão que não tem sido esclarecida: Qual o papel da Irlanda no desfecho do acordo, e que desafios terá de enfrentar no futuro? O NECPRI anuncia, deste modo, a realização do Dia da Embaixada, no dia 6 de novembro, com o intuito de responder às questões que este problema levanta, contando com a presença do Embaixador da Irlanda em Portugal, Mr. Ralph Victory. De modo a fomentar um debate dinâmico entre os interessados e os peritos na matéria, apresentamos a comparência dos seguintes convidados:


Sr. Embaixador Ralph Victory – Visiting Senior Fellow da London School of Economics (LSE). Antes de ingressar na LSE, foi Visiting Fellow no Centro Robert Schuman for Advanced Research no Instituto Universitário Europeu, em Florença; e Senior Member e Visitante Académico na Universidade de Oxford.


Annette Bongardt – Professora convidada no Instituto Nacional de Administração Pública (Lisboa), onde cordena a área de Integração Europeia e Internacionalização; e Professora Associada na UFP, no Porto.


Francisco Torres – Professor de Economia Política Europeia, na Universidade Católica Portuguesa; European Political Economy Visiting Senior Fellow na LSE (2014-2019) e PEFM Associate no St Antony’s College da Universidade de Oxford (2012-2019).
Vem fazer parte desta conferência e expõe as tuas dúvidas às entidades diretamente ligadas ao BREXIT!

(Atualizado com fotografias da realização do evento)

Debate Capitalismo vs. Socialismo

No âmbito da crise do paradigma neoliberal, o histórico confronto entre o capitalismo e socialismo voltou a estar no topo da agenda. O NECPRI, fiel à sua missão de fomentar o debate público, chegou-se à frente e apresentou o “Debate Capitalismo vs. Socialismo”, realizado no passado dia 23 de outubro, pelas 16h, na NOVA FCSH. Para confrontar e comparar os dois modelos socioeconómicos rivais, contámos com a presença de dois convidados:


● Miguel Costa Matos [Socialismo] – Economista licenciado na Universidade de Warwick e com Mestrado na NOVA SBE, economic advisor do primeiro-ministro. Trabalhou no Ministério das Finanças – Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais. Eleito deputado pelo PS a 6 de outubro de 2019 e Presidente da JS FAUL.


● Ricardo Arroja [Capitalismo] – Licenciatura em Gestão na Faculdade de Economia da Universidade do Porto. Doutorando em Ciências de Administração na Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho. Professor na Atlântico Business School e Professor convidado na Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho. Foi cabeça de lista da Iniciativa Liberal às Eleições Europeias de 2019.

Para visualizar um pouco do debate, o NECPRI realizou um direto no Facebook que poderá consultar AQUI

Simulação do Conselho de Segurança das Nações Unidas

A Simulação do Conselho de Segurança da ONU, organizada pelo NECPRI em parceria com a LisboMun Association, decorreu na segunda-feira, dia 7 de Outubro, na NOVA FCSH. Ficam aqui as fotos deste dia, assim como um grande agradecimento a todos os participantes pelo empenho na dinamização desta atividade!

Simulação do Conselho de Segurança das Nações Unidas

O NECPRI terá a sua primeira Simulação do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) deste ano, já no próximo dia 7 de outubro, pelas 16 horas, no Auditório 2 (Torre B)! Esta é uma oportunidade para aprenderes os mecanismos e orgânica interna do CSNU, de uma maneira dinâmica e desafiante! Além disso, contamos também este ano com o apoio da LisboMun, nossa parceira, que tem muita experiência na organização este tipo de atividades e, portanto, espera-te uma simulação de alta qualidade! Inscreve-te até às 12h do dia 7 de outubro, através do formulário abaixo, e não percas esta oportunidade!

Tertúlia: Os Jovens na Europa

O NECPRI realizou, nesta quarta-feira, dia 2, a sua segunda atividade deste ano: A Tertúlia “Os Jovens na Europa”. Desta vez num cenário mais informal, na esplanada na nossa FCSH, tivemos a oportunidade de debater este tema, convidando 3 jovens de juventudes partidárias distintas, de modo a assegurar a pluralidade e diversidade de opiniões: Rui Guilherme Araújo (JSD), João Albuquerque (JS) e Sofia Oliveira (Bloco de Esquerda). Aproveitando a atmosfera da Semana dos Núcleos da NOVA FCSH, visámos a adesão e envolvimento de todos e todas nesta discussão horizontal sobre tópicos que concernam os jovens atualmente, podendo a qualquer momento interpelar e interagir com os convidados. Um agradecimento aos convidados, que disponibilizaram algum do seu tempo para vir debater este tema tão abertamente, e a todos os que assistiram, provando mais uma vez que os jovens são atores ativos e interessados!

Design a site like this with WordPress.com
Iniciar